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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Lar doce lar!

Como é bom voltar para casa! Ontem retornei ao Meu Castelo depois de uma semana fora (e como foi bom!). Foi maravilhoso poder chegar e encontrar os meus em paz, não tanto com saúde, pois o meu mano Rico está doente, gripe passageira mas incômoda, meu apostolar sobrinho, também um pouco gripado, ressaca do carnaval que não brincaram.
Hoje, a minha gripe se manifestou para solidarizar-se com a de Minha Rainha, também chegou febril e doente em casa, ressaca de viagem creio eu.
A minha fiel Lady Pocotó, como sempre só alegria. Depois de uma semana fez a festa com o papai dela!
No mais, a vida voltou ao normal (quase normal).
Mas como é bom voltar para casa!!!
Abraços filosóficos,
Rogério Andrade

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Longe de casa II

Ai, que preguiça!
Exclamação macunaímica, verdadeira característica dos dias em que estou vivendo. Os gregos me invejariam de tanto ócio. Não os modernos, pois o tempo livre que vivo desde os dias de Momo, de longe se distancia da ociosidade moderna. É sim um ócio criativo! O que tenho lido nestes dias tem me maravilhado ainda mais. De filosofia e direito, passando por ciência e literatura brasileira: Rawls, Dawkins, Machado de Assis, Mário de Andrade e Humberto Eco...cada um mais interessante do que o outro!
Amanhã a realidade se fará presente. Terei que retornar ao meu lar, meu castelo. Não estou achando ruim, pelo contrário, tenho saudade do que é meu e muito mais dos que são meus. Cedo pegarei a estrada com as bençãos do Sagrado, que de acordo com Dawkins não existe, mas compartilho apenas relativamente de suas idéias. Chegarei abençoado do mesmo modo que tenho sido desde o início de nossa viagem de ócio.
Na bagagem de volta, muita saudade e agradecimento pela hospitalidade ímpar de minha cunhada e meu cunhado. Algumas lembranças alimentícias para quem me espera, para que possa matar a saudade de sua origem paraense.
No mais, Ai, que preguiça!
Abraços filosóficos,
Rogério Andrade

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Na terra das mangueiras.

Longe de casa a quase uma semana....mas não distante do meu amor! Ela está comigo, estamos juntos.
Estamos na cidade das Mangueiras, Belém do Pará. Depois de passarmos o carnaval na cidade de Salinópolis.
Hoje na parte da manhã, fomos ao Mercado tradicional da cidade: o Ver-o-peso. Lá comprei para a minha família alguns produtos regionais, dentre eles o tão famoso peixe Pirarucu, também conhecido como o bacalhau do Amazonas. Como custa caro o quilo dele! Mas caro será a sua extinção, algo que não está tão distante!
Para quem não conhece a cidade, aqui todos os dias chove! Hoje caiu uma chuva torrencial, de muito vento e muito forte. Mas como todas as outras, não demorou muito a passar. A novidade é que molhou até dentro do apartamento de minha cunhada. Nada aterrador, Macunaíma me pareceu mais.
Agora, escrevo estas linhas como forma de ocupação mental, embora já tenha feito a minha obrigação diária de leitura. Já que estou na net, aproveitei para ocupar o blog.
Abraços filosóficos,
Rogério Andrade

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Acabou o carnaval 2008!

Escrevia algo sobre o fim do carnaval 2008 mas por algum motivo, deletei o texto. Tentarei colocar as mesmas idéias, embora não mais com as mesmas palavras.
Dizia que em três dias de folia, para outras cidades mais tempo, os "reis" viram súditos e estes viram reis. Os homens, tão machos ao longo do ano, se travestem de mulheres e liberam o que de mais escondido têm em sua personalidade. E como tem homem que gosta de se travestir e o fazem tão bem!
Padres viram foliões e estes padres, freiras se prostituem, enfermeiras e doentes saem dos hospitais que recebem de volta novos foliões.
Este é o fenômeno do carnaval, alegria desmedida, tristeza esquecida, realidade abandonada. É uma pena que acaba, e em tão pouco tempo!
Ficam as ressacas, os amores mal resolvidos, as dores de cabeça, as lembranças e muito mais. Na avenida, somente as purpurinas e o amido de maizena, as sobras das latas de bebida, os restos de fantasias. Estas também não demoram muito em função da atividade de limpeza dos garis que trazem de volta o cotidiano da realidade.
E, na quarta-feira de cinzas, a vida continua e o cotidiano das cidades recomeça, embora outros teimem em esticar o carnaval indefinidamente.
Assim caminha a humanidade!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Longe de casa

Estou distante de casa. Longe daquilo que é meu, vagando pelo mundo de meu Deus. Tranquilo porque os meus olham por aquilo que é meu. Estou distante porque quero me encontrar, me divertir, me esbaldar....
Estou feliz e mais nada.
Abraços filosóficos, Rogério Andrade